Em meio da espera do tempo seguir e quem sabe sobreviverem, até o novo amanhecer, nada melhor do que se iterar de tudo o que a ameça representa ou age, por longo tempo o Vagante ouviu o pessoal da taverna e as histórias do taverneiro m dos moradores mais antigos e sobreviventes dessa misteriosa praga,ou seja lá o que o Divino queira com tudo aquilo...Aliás, por que culpar o Divino, se geralmente a encrenca quem sempre começa é o homem? Foi esse um dos motivos do isolamento do Vagante ...O homem é cheio de falhas e ainda se acha no direito de juízo dos outros dando definições as coisas a seu modo, que muitas vezes egocêntrico, causa mais dor do que paz...O vagante sabe que seria pouco prudente em bancar o salvador da pátria e sair armado com lâminas e tochas tentando matar algo que vive e sobrevive das sombras da noite escura...O dia sempre será dos vivos, mas a noite, os vivos sempre a dividirão com os mortos e as outras criaturas das trevas, quer queiram ou não, fazem parte dessa Lei e isso é imutável!
Quando amanheceu, o Vagante tenta organizar uma frente de resistência aquelas coisas, mas o povo já havia sofrido muitas baixas e como bois no matadouro só esperavam chegar de um momento a outro a sua vez de se unirem a horda de não mortos que se acumulava cada vez mais dentro daquele pântano fedorento...São poucos os que continuam andando e lutando, quando veem seus parentes e amigos mais queridos serem seus inimigos, não e mesmo?Bom, com o taverneiro, ele especificou o tamanho do pântano que pretendia rastrear e entender melhor o que houve lá dentro com o primeiro amaldiçoado, quem sabe...
Os dias se passaram naquele tormento de não saber quando tempo se têm, se poeriam acordar novamente, a cada amanhecer...Todo o dia o Vagante aproveitava para sondar o pântano e reconhece-lo, enquanto organizou pelo menos o pessoal da taverna, para que aos poucos fortificassem-na, a fins de dar mais tempo de sobrevida aquele grupo que os aldeões chamavam de Loucos, pois queriam ir contra uma praga,que era um castigo do Divino, com certeza...Afinal, ninguém imagina o que um pouco de bebida forte pode fazer de bem com um homem, ou mulher...Com a cabeça zonza, até a coragem aparece!
, se os caçassem quando o inimigo estivesse mais vulnerável, e começaria pelas manhas nos pântanos, dividindo os homens da taverna em dois grupos menores: um pra caçada e outro pra defender a taverna, em caso de um ataque...E poderia revesar entre eles para que pudessem pegar a mesma experiência de caça aos não mortos, e finalmente após uns bons dias agora o Vagante tinha sua primeira frente de Defesa!
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