Primeiro foi ele, que se aproximou daquelas ruínas, que nem mais lembravam uma casa ou daqueles que antes de você governaram,aquele local como o faz, hoje, sim pelas leis naturais da sucessão era o teu direito ser mais, muito mais: ser a primeira!
E sem sequer terem uma história dentro dessa linha que você nasceu, eles chegaram, pois em seguida foi ela, mais inteligente e mais nova, parecia até que sorte lhe sorriu quando nasceu, meu Deus! Que miséria!
Ela chegou com um largo sorriso no rosto e tomou a a tenção de todos que ali estavam, e para você no fundo fazer o que, se for contra ela, adeus seu principado...Adeus aos que conquistou com o tempo de sua espera, com o carinho de tua paciência...Mas foi muito tempo de espera para chegar a tua posição por que, se perguntava, por que eles também não poderiam esperar, assim como o fez? Cada qual no seu tempo teria a atenção desejada os tempo de exato de suas glórias recebidas da vizinhança...Não algo incomodava, algo vinha pra subverter a ordem natural das coisas!
E assim pensou e rezou e pediu, mas quando a primeira prole chega e mostra que eles estavam querendo criar sua família, sua dor aumentou e mesmo não querendo passou á sua própria família que os mais jovens reagiram, tentando desafiar a nova ordem que se instaurava...Contudo ele o dominante, pai do primeiro rebento, era mais forte e poderoso, era a fera que protegia a bela e seus filhos, pois então se um de seus fosse não voltaria, e mesmo sabendo que tudo seria perdido você recua, pois acima de tudo ama sua posteridade gerada de sua barriga e foi mais fácil manda-los embora um a um e deixar que o seu mais fraco a cuidasse, pois a fera ao lado não sentiria que era ameaça e não o atacaria, assim você mesma os ordenou reis do momento , daquele local teu de nascimento, de herdeira de direito, a serva solitária e silenciosa, guardando a si um último alento, de sua mais novo, que poderia cuidar, e por ele se lembrar que um dia seu filho poderia brilhar, sim quem sabe o filho de seu filho!
Oh, tristeza ao saber que o medo de tal ninhada que se cria ao lado, como de um lobo, diante das ovelhas , o próprio e último filho, não queria mais, continuidade esó importou-se com seus desejos mortais, de casa comida e bens temporais...Perdida! Sem eira nem beira, sem nada! O que resta senão o ódio secreto, que lentamente envenena qualquer processo?Sim contenha as lágrimas engula os sonhos e odeie, para continuar vivendo, respirando! Faça do ódio seu motor de vida e siga em frente, sonhando em ver aquele império crescente desmoronar, mesmo sabendo que não ocorra, sonhar não é falta de ninguém, quem sonha mesmo errado, não peca!
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